“Em Sol e Lua, uma história ancestral, texto, imagem e projeto gráfico se articulam para criar uma experiência de leitura multifacetada, na qual cada página convida a questionar quem conta as histórias, quais vozes são ouvidas e como as narrativas indígenas podem ser lidas para além dos estereótipos e das generalizações. Ao simular o ambiente de uma editora por meio de e-mails, arquivos e trocas de mensagens, a obra transforma a própria materialidade do livro em objeto de reflexão, aproximando o leitor de questões contemporâneas relacionadas à autoria, à circulação de narrativas em ambientes digitais, à curadoria de informações e à responsabilidade ética envolvida na produção e divulgação de conteúdos culturais.
Entre ironias, revisões, debates e descobertas, a obra convida o leitor a ocupar simultaneamente os papéis de leitor, editor e crítico, avaliando intenções, escolhas discursivas, posicionamentos e seus efeitos. Mais do que um reconto de uma narrativa ancestral, o livro propõe uma investigação literária sobre pertencimento, representação, direitos culturais, diversidade de saberes e legitimidade das vozes que narram determinadas histórias. Ao estimular a análise crítica da informação, o respeito às diferenças culturais e a reflexão sobre autoria e direito coletivo em tempos digitais, Sol e Lua, uma história ancestral transforma a leitura em uma experiência estética, ética e formativa, capaz de ampliar a compreensão sobre as narrativas indígenas e sobre o próprio mundo contemporâneo.”
R$89,90
Thais Evangelista e Frederico Brito são um casal de escritores cearenses apaixonados pelo livro ilustrado e por suas possibilidades narrativas. Especialistas em Leitura, Literatura Infantil e Contação de Histórias, entrelaçam cultura popular, oralidade, poesia e infância em suas produções literárias. @historiasparaainfancia
Nat Grego é ilustradora, animadora e artista visual. Graduada em Cinema e Animação, com especialização em Livro para a Infância, explora poeticamente sonhos, arqueologias e imagens tropicais em suas obras, por meio de técnicas manuais e digitais. @nat.grego
Clécio Nunes (Muru Huni Kuin) é pesquisador, escritor e articulador indígena do Acre. Em sua trajetória acadêmica, dedica-se às narrativas dos povos originários, especialmente, as voltadas para o público infantil e juvenil. @muru_hu
Rodolfo Melo é ilustrador e designer gráfico, atuando na criação de projetos editoriais, impressos e identidades visuais. Especialista em Livros de Imagem e Livros Ilustrados, brinca com a própria materialidade da obra literária para contar histórias. @rods.ilustra
Juliana Pádua é pesquisadora, escritora, editora, leitora crítica, consultora pedagógica, formadora de professores, designer instrucional, curadora de livros, mediadora de leitura, promotora cultural e apaixonada por tudo o que se refere ao universo da literatura como experiência perceptiva. @julianapadua81
Rafael Silvaro é editor e produtor cultural, além do grande responsável por agrupar todas as instâncias autorais (escritor, ilustrador, designer, editor, leitor crítico, revisor e, claro, leitor) neste livro, extrapolando as possibilidades de brincar com as linguagens. @rafaelsilvaro
"Em Sol e Lua, uma história ancestral, texto, imagem e projeto gráfico se articulam para criar uma experiência de leitura multifacetada, na qual cada página convida a questionar quem conta as histórias, quais vozes são ouvidas e como as narrativas indígenas podem ser lidas para além dos estereótipos e das generalizações. Ao simular o ambiente de uma editora por meio de e-mails, arquivos e trocas de mensagens, a obra transforma a própria materialidade do livro em objeto de reflexão, aproximando o leitor de questões contemporâneas relacionadas à autoria, à circulação de narrativas em ambientes digitais, à curadoria de informações e à responsabilidade ética envolvida na produção e divulgação de conteúdos culturais.
Entre ironias, revisões, debates e descobertas, a obra convida o leitor a ocupar simultaneamente os papéis de leitor, editor e crítico, avaliando intenções, escolhas discursivas, posicionamentos e seus efeitos. Mais do que um reconto de uma narrativa ancestral, o livro propõe uma investigação literária sobre pertencimento, representação, direitos culturais, diversidade de saberes e legitimidade das vozes que narram determinadas histórias. Ao estimular a análise crítica da informação, o respeito às diferenças culturais e a reflexão sobre autoria e direito coletivo em tempos digitais, Sol e Lua, uma história ancestral transforma a leitura em uma experiência estética, ética e formativa, capaz de ampliar a compreensão sobre as narrativas indígenas e sobre o próprio mundo contemporâneo."
56 páginas
Formato 27,5x20,5