Manhãs descafeinadas

R$30,00

Londrina tem duas faces. De dia, ela é quente, tranquila, verde e acolhedora para os sonhadores e idealistas que a buscam para realizar seus sonhos e fantasias. De noite, na bruma fria que sobe do Lago Igapó, ela esconde os interesses escusos de homens ambiciosos. Flávio vive no crepúsculo, preso entre o sol e a lua, os astros que cortam a cidade fundada em terra roxa e cravejada de muitos prédios. O professor universitário quer viver a sua vida tranquila com a companheira Júlia, seus animais de estimação, alunos e colegas de profissão, a família e os amigos de infância. Porém, se meteu em algo maior do que ele, rivalidades construídas no passado, que vão persegui-lo não importa o quanto fuja ou se esquive delas. Velhos conhecidos precisarão de sua ajuda e proteção para lutar contra injustiças que nunca acreditou serem possíveis de acontecer no mundo em que vive. No fim, restará a ele saber se todos nós temos escolha, ou se isso não passa de uma amarga ilusão. Nesse cotidiano abalado, um destino inexorável o levará até o seu antigo amigo e grande rival, Jorge, um homem inescrupuloso e sem remorsos, pronto para esmagar qualquer adversário em favor de suas ambições e desejos sujos. Ambos terão que lutar novamente e, dessa vez, seja pela ganância de um, ou pelo idealismo do outro, um dos dois cairá de vez.

Descrição

LIVRO: Manhãs descafeinadas
AUTOR: Fernando Fiorin
ISBN: 978-85-69839-83-5
ANO: 2019
PÁGS.: 118
PESO: 240g

Informação adicional

Peso 0.240 kg
Dimensões 18 × 25 × 1 cm

Autor

Fernando Fiorin é formado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina e Doutorando em Educação na USP. É professor de Ciências, Pesquisador e Escritor. Como hobbies aprecia jogar o RPG tradicional ou de mesa. Adora assistir séries sobre vampiros e outros seres sobrenaturais, ler quadrinhos do selo Vertigo e ouvir bandas de rock cafona dos anos 1980. Sonha em ter a vida plena de um escritor e dar vida a todas as personagens que deseja criar. Já descobriu algumas coisas importantes até aqui, como: dar autógrafos não é tão legal assim (dói muito a mão, dependendo da ocasião e é preciso ter criatividade se quiser escrever coisas bonitas e positivas para todo mundo), não é por conhecer muitas pessoas que se vende livros (elas preferem gastar o dinheiro delas em festas e baladas) e, o mais importante de tudo, a gente se perde quando precisa falar sobre si mesmo.

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